Copa do Mundo – parte 1
ou Vendo o jogo de longe
Não há nada mais brasileiro do que um esporte inventado na Inglaterra. A bola no pé faz parte da cultura brasileira de uma forma que impressiona os outsiders. Digo isso porque nunca fui fã de futebol e sempre achei exagerada a “cultura futebolística”, as incessantes conversas sobre “o jogo de ontem” e os usuais cumprimentos entre amigos: “E aí, flamenguista!” – “Diga lá, fluminense!”
Mas desde há muito tempo reconheço o esporte como um espetáculo de inteligência corporal digno de ser visto e apreciado. E a Copa do Mundo é uma chance de se ver os melhores (é o que se espera) jogadores de cada país mostrando suas habilidades numa competição acirrada e emocionante, com bons exemplos de extrapolação das habilidades do corpo humano. Mas estou longe de ser um típico brasileiro quando o assunto é futebol.























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