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	<title>Teia Neuronial &#187; Objeto Neuronial</title>
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	<description>Antropologia, Ficção Científica, cultura e sociedade</description>
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		<title>Objeto Neuronial 004</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 14:21:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Behold! A segunda tirinha de Leda saiu. Foi um parto difícil, mas aprendi muitas coisas enquanto desenhava e concebia com minha esposa.</p>
<p>Há alguns meses, em viagem a trabalho, duas colegas minhas contaram, numa certa manhã, que na noite anterior, no quarto em que ficaram hospedadas, tiveram um grande pavor ao ver uma luz piscando embaixo da cama. &#8220;Um ET?! Um espírito?!&#8221; Era um vaga-lume, como constataram depois.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1004" title="Objeto Neuronial 004 - Leda" src="http://teianeuronial.com/wp-content/uploads/objeto-neuronial-005.png" alt="Objeto Neuronial 004 - Leda" width="600" height="200" /></p>
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		<title>Objeto Neuronial 002</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 11:44:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leda]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Resolvemos experimentar uma periodicidade semanal para as tirinhas <em>Objeto Neuronial,</em> colocando-as no ar aos domingos (certo, certo, estou publicando na segunda-feira, mas vou tentar ser mais pontual).</p>
<p>Apresentamos a personagem <strong>Leda,</strong> nome que significa <em>alegre</em> e tem o mesmo radical de <em>ledice,</em> derivado do latim <em>Laetitia,</em> que em português se lê <em>Letícia</em> e era o nome de uma deusa romana que personificava a alegria. A história é baseada em fatos reais e você pode vê-la também no blog <a href="http://objetobscuro.blogspot.com/2009/07/objeto-neuronial-n-02-leda.html" target="_blank">Objeto Obscuro</a>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-722" title="Leda" src="http://teianeuronial.com/wp-content/uploads/objeto-neuronial-002.png" alt="Leda" width="600" height="200" /></p>
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		<title>Objeto Neuronial 001</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 14:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Objeto Neuronial]]></category>
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		<description><![CDATA["Sou mesmo um sujeito de sorte"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Surgiu na natureza uma estrutura suculenta cujas cores vivas e cujos aroma e sabor atraem animais famintos, que deixam cair no solo partes menores e mais duras, que chamamos sementes, e assim o vegetal que deu origem àquela fruta pode se reproduzir.</p>
<p>Alguns insetos utilizam frutas como bercários, pondo seus ovos ali, que eclodem para dar à luz uma larva que logo se serve do berçário como alimento. Animais maiores, que se alimentam dessa fruta, podem também decidir abocanhá-la e engolir junto a lagarta.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-658 aligncenter" title="Objeto Neuronial 001" src="http://teianeuronial.com/wp-content/uploads/objetoneuronial001.png" alt="Objeto Neuronial 001" width="600" height="200" /></p>
<p><span id="more-657"></span>No entanto, algumas populações humanas desenvolveram a ideia de que não se devem comer lagartas e de que uma maçã que contenha uma larva está estragada e não serve como alimento. Nisso, as duas espécies, humanos e moscas, mudam a relação em que os insetos têm que desenvolver, via selação natural, uma forma mais eficaz de não serem comidos por animais maiores.</p>
<p>Se bem que algumas maçãs bichadas serão jogadas no mato (e assim o inseto sobrevive ao humano, mas pode ser devorado por outra criatura), enquanto outras serão esmagadas de modo a morrer a lagarta. Então talvez a situação criada por algumas populações humanas propicie uma evolução mais rápida de algumas espécies de insetos, que precisam adquirir a capacidade de esconder melhor seus ovos.</p>
<p>Há algo em comum entre humanos e os insetos que lhes dão nojo. Ambos gostam de maçã. Aqueles vêm tentando criar condições para a produção de maçãs sem lagartas. Estas terão que se adaptar e encontrar outro nicho. E as maçãs diminuirão suas opções de reprodução.</p>
<p>As larvas de moscas já foram um símbolo religioso forte na Mesopotâmia, onde se cultuava Belzebu, o Senhor das Moscas, deus da morte. Ora, quando um animal morre, surgem nele larvas de moscas, ou tapurus. As moscas eram vistas como emissárias da morte. Mas não nos esqueçamos que, para a mentalidade religiosa antiga, a morte é apenas uma faceta do processo cíclico vital. O deus da morte também é deus da vida.</p>
<p>Quando o deus que criou Adão e Eva os proibiu de comer de certo fruto, talvez este estivesse bichado. Então, se estava bichado, por analogia com os corpos mortos bichados, o fruto estava morto. Alguns povos comem a carne do inimigo para adquirir seus poderes. Da mesma forma, comer uma fruta morta faz com que você, habitante imortal do Éden, adquira o poder de morrer.</p>
<p>Mas, se a morte completa a vida e esta àquela, Adão e Eva, ao legar a morte à humanidede, legaram-lhe tambám a vida. O Éden era uma espécie de limbo em que só se existia e não vivia. A desobediência trouxe um castigo, mas também trouxe a possibilidade de ser livre.</p>
<p>Isso tudo só para dizer que aqui estreia a série de tirinhas <em>Objeto Neuronial,</em> roteirizadas por <a href="http://objetobscuro.blogspot.com/2009/05/canando-na-chuva.html" target="_blank">Inês Mota</a> e desenhadas por mim.</p>
<div class="rw-left"><div class="rw-ui-container rw-class-blog-post rw-urid-6580"></div></div>]]></content:encoded>
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