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Arquivos de ‘Resenhas’

Filmes para crianças – parte 1

6/08/2010

ou Usando a fantasia para crescer na realidade

Há algum tempo, recebi uma sugestão da leitora Roseana da Penha Oliveira de apresentar sugestões de filmes para ser usados em sala de aula, para um público infanto-juvenil, crianças e adolescentes, e resolvi pensar numa relação de obras cinematográficas que foram importantes para minha infância, adolescência e mesmo adultidade, que possam servir para instigar a mente de estudantes jovens.

Este post é direcionado especialmente para adultos que estejam buscando filmes para seus filhos, sobrinhos, netos, filhos de amigos etc., e pretendo que seja encarado como um miniguia. As crianças e adolescentes que se sentirem à vontade para ler as resenhas (de preferência depois de ter visto os filmes, para não estragar a surpresa), estão convidados à leitura e a comentar, se quiserem.

A Viagem de Chihiro

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Autor: Thiago Leite Categories: Filmes, Resenhas

Semelhanças entre Star Wars e Indiana Jones

2/03/2010

ou Fórmulas para criar grandes aventuras

As duas obras cinematográficas mais bem-sucedidas de George Lucas são provavelmente as séries de filmes Guerra nas Estrelas e Indiana Jones. É notório entre os fãs de ambas as séries que há várias referências de Guerra… nos filmes de Indiana…, como a aparição de R2-D2 e C3P0 como hieróglifos e o Clube Obi Wan.

Mas há várias semelhanças nas narrativas, nos personagens e nas cenas que podem não ter sido intencionais e provavelmente se tratam da marca do criador, elementos da imaginação de George Lucas que se repetem e dizem mais sobre o autor do que sobre a obra. Essas recorrências podem ainda nos dizer muito sobre os elementos indispensáveis para o sucesso e a longevidade de um filme de aventura.

Guerra nas Estrelas e Indiana Jones

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Autor: Thiago Leite Categories: Filmes

Avatar [Resenha - Parte 3]

20/02/2010

ou Ficção mítica, fantasia científica e o romântico retorno à natureza

Avatar (2009) é um filme que, se dividiu muita gente na opinião quanto à trama e aos temas tratados na narrativa, encantou a maioria em seus aspectos estéticos. Toda a criação virtual deu um aspecto muito real ao mundo imaginário de Pandora, com fauna e flora críveis e um ecossistema simbiótico envolvente.

Na primeira parte desta resenha, fiz um resumo comentado do filme e discorri sobre os nomes usados na história. Na segunda parte, analisei algumas questões antropológicas. Nesta terceira e última parte, trato dos aspectos estéticos de Avatar, do mundo áudio-visual criado por Cameron, da ficção científica misturada com fantasia mítica (e um pouco mística) e de como tudo isso se relaciona com um dos temas mais contundentes do filme: Ecologia e meio ambiente.

Avatar (2009)

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Avatar [Resenha - Parte 2]

1/02/2010

ou Questões antropológicas em Alfa Centauro

O filme Avatar (2009), de James Cameron, apesar de sua trama simples e previsível, apresenta muitos temas relevantes para a humanidade do século XXI. Com uma montagem de cenas perfeita e imagens arrebatadoramente belas e envolventes, consegue sensibilizar para muitas questões pertinentes.

Na primeira parte desta resenha, fiz uma sinopse comentada e uma análise dos nomes de lugares e personagens da trama. Nesta segunda parte, discorrerei sobre temas antropológicos: observação participante, choque cultural, etnocentrismo, relativismo, imperialismo; e, imiscuídas nestes tópicos, questões filosóficas: ética e universalismo.

Avatar (2009)

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Avatar [Resenha - Parte 1]

25/01/2010

ou Um resumo comentado e uma terminologia simbólica

Avatar (2009), de James Cameron, era um filme cujos trailer e pré-resenhas me deixaram com um pouco de vontade de assistir. Não havia entendido bem a ideia, mas gostara do visual dos personagens alienígenas, esbeltos e azuis, e dos cenários selváticos da lua Pandora.

Mas foi depois de ver algumas pós-resenhas que realmente me motivei a ir ao cinema. Havia, segundo li, uma questão antropológica de grande interesse meu. Antevi uma semelhança com Dança com Lobos (1990), mas, tendo em mente que eu veria clichês e uma trama mais ou menos previsível, preparei-me para as novidades que o filme oferecesse. Ademais, histórias com alienígenas são uma preferência pessoal.

Avatar (2009)

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Distrito 9 [Resenha]

13/01/2010

ou Na pele do camarão

Imagine uma gigantesca nave espacial parada no ar sobre sua cidade. Nada sai lá de dentro durante algum tempo e não sabemos o que a nave trouxe. As Forças Armadas, após algum período de ansiedade geral, decide penetrar a nave e descobre uma população alienígena, com uma aparência mais ou menos de artrópodes bípedes, desnutrida e desamparada.

O que seria mais adequado fazermos com esses extraterrestres que pedem asilo na Terra? Onde devemos alocá-los? O que podemos lhes oferecer? O que eles podem nos dar em troca? Devemos integrá-los à nossa sociedade? Devemos tratá-los como humanos, como não-humanos com alma ou como animais sem alma (animais sem alma, agora eu me toco, é uma contradição; alma vem do latim: anima)?

Distrito 9

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O Chinês Americano [Resenha]

29/07/2009

ou O mundo fantástico do Oriente – parte 3

Há uma lenda chinesa que conta a história de Sun Wukong, o Rei Macaco. Nascido de uma pedra, ele empreende uma busca de autoaprimoramento, pela qual tenta se tornar cada vez mais poderoso e provar que pode se igualar aos deuses, mas acaba se obrigando a negar sua natureza, o que o leva à necessidade de uma busca espiritual.

Jin Wang é um menino de ascendência chinesa nascido nos EUA. Neste contexto, ele é estigmatizado e luta entre a necessidade de ser feliz e a urgência de se adaptar a um meio no qual ele é pária. O contrário acontece com Danny, que é americano e se vê às voltas do embaraço causado pela visita do primo chinês Chin-Kee. As três histórias estão mais interligadas entre si do que parece à primeira vista.

O Chinês Americano, o Rei Macaco e Gene Luen Yang

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Autor: Thiago Leite Categories: Antropologia, HQs, Resenhas

Joguinho online para as horas de folga

6/07/2009

ou Um tetris naturalquímico

Poção verdeHá algum tempo descobri o Naturalchemist, um jogo em flash acessado online. À primeira vista, já se percebe que é um herdeiro do Tetris e do Columns. Mas o jogo mais parecido que conheço é Puyo Puyo. Como neste, o objetivo imediato é unir os itens semelhantes por trios.

As regras do jogo são simples, embora não seja tão fácil ser bem-sucedido. Você é um alquimista e tem à sua direita uma espécie de cadinho onde vai produzir ingredientes para misturar poções a posteriori. Os ingredientes básicos vêm aos pares, e na parte inferior da tela é preciso combinar os itens semelhantes. A seta para cima troca a posição dos dois itens, as setas laterais movem o par de objetos para posicioná-los e a seta para baixo os derruba para o fundo do cadinho.

Naturalchemist

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Autor: Thiago Leite Categories: Resenhas, Video Games

Star Wars vs. Star Trek

17/06/2009

ou O passado heroico e o futuro utópico

No seriado Os Universitários (Undergrads), a que eu assistia no [adult swim], a faculdade técnica era habitada por nerds e geeks. Entre eles, havia uma certa rivalidade entre os fãs de Guerra nas Estrelas (Star Wars) e os fãs de Jornada nas Estrelas (Star Trek), também conhecidos como trekkers.

Eu não conhecia quase nada sobre Jornada nas Estrelas há até certo tempo, tendo apenas visto uns dois episódios de Enterprise e apenas um dos filmes. Porém, sabia quase tudo sobre Guerra nas Estrelas (ao menos tudo o que não incluísse o Universo Expandido), tendo visto todos os 6 filmes mais de uma vez cada.

Tripulação original de Jornada nas Estrelas

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Um sonho dentro de um sonho [Resenha]

14/06/2009

ou Procurando um subtítulo para esta resenha

Comecei a ver o filme Um Sonho dentro de um Sonho (Slipstream, 2007) percebendo que se tratava de algo cronologicamente desconexo. Pelo título em português, imaginei que a sucessividade descontínua, evidente logo no início do filme, deveria se explicar por uma aparente confusão entre realidade e sonho. Provavelmente o protagonista presenciaria duas realidades simultâneas, o mundo desperto e o mundo onírico.

Pensei que talvez o filme tivesse algo de semelhante com Waking Life (2001) e suas elocubrações no mundo dos sonhos. Mas fui me dando conta de que ele tinha mais a ver com 21 Gramas (21 Grams, 2003), com sua trama em formato de quebra-cabeça que só vamos entender do meio para o final do filme, reconstituindo mentalmente a ordem lógica das tomadas. Porém, passei a pensar que essa estranha obra de Anthony Hopkins se assemelhava mais ao surrealismo de David Lynch, como em “Twin Peaks” (1990) ou A Estrada Perdida (Lost Highway, 1997). Outro engano.

Um sonho dentro de um sonho

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Autor: Thiago Leite Categories: Filmes, Resenhas
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