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‘Filmes’

Avatar [Resenha - Parte 3]

Avatar [Resenha- parte 3]
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20/02/2010
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ou Ficção mítica, fantasia científica e o romântico retorno à natureza



Avatar (2009) é um filme que, se dividiu muita gente na opinião quanto à trama e aos temas tratados na narrativa, encantou a maioria em seus aspectos estéticos. Toda a criação virtual deu um aspecto muito real ao mundo imaginário de Pandora, com fauna e flora críveis e um ecossistema simbiótico envolvente.

Na primeira parte desta resenha, fiz um resumo comentado do filme e discorri sobre os nomes usados na história. Na segunda parte, analisei algumas questões antropológicas. Nesta terceira e última parte, trato dos aspectos estéticos de Avatar, do mundo áudio-visual criado por Cameron, da ficção científica misturada com fantasia mítica (e um pouco mística) e de como tudo isso se relaciona com um dos temas mais contundentes do filme: Ecologia e meio ambiente.

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Avatar [Resenha - Parte 2]

Avatar [Resenha - parte 2]
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1/02/2010
2 comentários

ou Questões antropológicas em Alfa Centauro



O filme Avatar (2009), de James Cameron, apesar de sua trama simples e previsível, apresenta muitos temas relevantes para a humanidade do século XXI. Com uma montagem de cenas perfeita e imagens arrebatadoramente belas e envolventes, consegue sensibilizar para muitas questões pertinentes.

Na primeira parte desta resenha, fiz uma sinopse comentada e uma análise dos nomes de lugares e personagens da trama. Nesta segunda parte, discorrerei sobre temas antropológicos: observação participante, choque cultural, etnocentrismo, relativismo, imperialismo; e, imiscuídas nestes tópicos, questões filosóficas: ética e universalismo.

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Avatar [Resenha - Parte 1]

Avatar [Resenha - parte 1]
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25/01/2010
6 comentários

ou Um resumo comentado e uma terminologia simbólica



Avatar (2009), de James Cameron, era um filme cujos trailer e pré-resenhas me deixaram com um pouco de vontade de assistir. Não havia entendido bem a ideia, mas gostara do visual dos personagens alienígenas, esbeltos e azuis, e dos cenários selváticos da lua Pandora.

Mas foi depois de ver algumas pós-resenhas que realmente me motivei a ir ao cinema. Havia, segundo li, uma questão antropológica de grande interesse meu. Antevi uma semelhança com Dança com Lobos (1990), mas, tendo em mente que eu veria clichês e uma trama mais ou menos previsível, preparei-me para as novidades que o filme oferecesse. Ademais, histórias com alienígenas são uma preferência pessoal.

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Distrito 9 [Resenha]

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13/01/2010
7 comentários

ou Na pele do camarão



Imagine uma gigantesca nave espacial parada no ar sobre sua cidade. Nada sai lá de dentro durante algum tempo e não sabemos o que a nave trouxe. As Forças Armadas, após algum período de ansiedade geral, decide penetrar a nave e descobre uma população alienígena, com uma aparência mais ou menos de artrópodes bípedes, desnutrida e desamparada.

O que seria mais adequado fazermos com esses extraterrestres que pedem asilo na Terra? Onde devemos alocá-los? O que podemos lhes oferecer? O que eles podem nos dar em troca? Devemos integrá-los à nossa sociedade? Devemos tratá-los como humanos, como não-humanos com alma ou como animais sem alma (animais sem alma, agora eu me toco, é uma contradição; alma vem do latim: anima)?

Distrito 9

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Star Wars vs. Star Trek

Star Wars vs. Star Trek
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17/06/2009
3 comentários

ou O passado heroico e o futuro utópico



No seriado Os Universitários (Undergrads), a que eu assistia no [adult swim], a faculdade técnica era habitada por nerds e geeks. Entre eles, havia uma certa rivalidade entre os fãs de Guerra nas Estrelas (Star Wars) e os fãs de Jornada nas Estrelas (Star Trek), também conhecidos como trekkers.

Eu não conhecia quase nada sobre Jornada nas Estrelas há até certo tempo, tendo apenas visto uns dois episódios de Enterprise e apenas um dos filmes. Porém, sabia quase tudo sobre Guerra nas Estrelas (ao menos tudo o que não incluísse o Universo Expandido), tendo visto todos os 6 filmes mais de uma vez cada.

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Um sonho dentro de um sonho [Resenha]

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14/06/2009
2 comentários

ou Procurando um subtítulo para esta resenha



Comecei a ver o filme Um Sonho dentro de um Sonho (Slipstream, 2007) percebendo que se tratava de algo cronologicamente desconexo. Pelo título em português, imaginei que a sucessividade descontínua, evidente logo no início do filme, deveria se explicar por uma aparente confusão entre realidade e sonho. Provavelmente o protagonista presenciaria duas realidades simultâneas, o mundo desperto e o mundo onírico.

Pensei que talvez o filme tivesse algo de semelhante com Waking Life (2001) e suas elocubrações no mundo dos sonhos. Mas fui me dando conta de que ele tinha mais a ver com 21 Gramas (21 Grams, 2003), com sua trama em formato de quebra-cabeça que só vamos entender do meio para o final do filme, reconstituindo mentalmente a ordem lógica das tomadas. Porém, passei a pensar que essa estranha obra de Anthony Hopkins se assemelhava mais ao surrealismo de David Lynch, como em “Twin Peaks” (1990) ou A Estrada Perdida (Lost Highway, 1997). Outro engano.

Um sonho dentro de um sonho

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Autor: Categories: Filmes, Resenhas

O dia em que a Terra parou [Resenha]

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7/06/2009
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ou A paz é uma ameaça



Em plena Guerra Fria, um extraterrestre vem à Terra convocar uma reunião com todos os líderes do planeta, para discutir a ameaça nuclear que as briguinhas da raça humana representa para a humanidade e para povos de outros planetas. Mal-interpretado, ele sofre as consequências daquilo que veio erradicar: a imaturidade belicista do Homo sapiens belicosus.

O Dia em que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still, 1951), dirigido por Robert Wise, roteiro de Edmund H. North, conta a história de uma missão de paz no planeta Terra, confiada ao extraterrestre Klaatu, que pousa com seu disco voador em Washington, DC, EUA, e, ao descer da nave demonstrando intenções pacíficas e um estranho instrumento confundido com uma arma por um soldado humano, é baleado. Ao sinal de perigo, um robô sai da nave e assiste seu mestre, destruindo as armas dos soldados.

O Dia em que a Terra Paou

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Gotas de chuva moderna

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5/06/2009
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ou O espetáculo da história do cinema



Cantando na Chuva (Singin’ in the Rain, 1952) é um dos grandes clássicos do cinema ocidental. Assisti ao filme recentemente, ao lado de uma fã que pintara uma impressão tão entusiasmada sobre a obra que não resisti. Felizmente, já há algum tempo que venho desconstruindo meu preocnceito em relação aos musicais, especialmente por causa de Moulin Rouge! (2001).

Se os filmes de Hollywood das décadas de 50 e 60 são encantadores por seus diálogos bem representados e pela técnica primorosa da direção e produção, Cantando na Chuva traz alguns ingredientes extras que o tornam uma experiência estética rica para a audiência contemporânea, acostumada com imagens velozes e brilhantes e com explosões ensurdecedoras que distraem a visão das expressões insignificantes dos atores e o ouvido da falta de diálogos marcantes.

Cantando na Chuva

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Autor: Categories: Filmes, Resenhas

A verdade que a mentira conta

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3/06/2009
8 comentários

ou De como a desonestidade pode ou não ser uma virtude



O filme Mentiras Sinceras (Separate Lies, 2005), dirigido por Julian Fellowes, conta a história de um trio amoroso às voltas com a verdade e a mentira, a honestidade e a traição. Mas não de forma óbvia e previsível, como é o clássico caso de Arthur-Guinevere-Lancelot.

O casal inglês James e Anne Manning vive uma relação estável e morna, quase britanicamente fria. Depois que Anne conhece Bill Bule1, dois acontecimentos começam a esquentar a situação, mas não de forma positiva nem agradável, especialmente para James.

Mentiras Sinceras

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Autor: Categories: Filmes, Resenhas

A outra primeira jornada

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15/05/2009
2 comentários

ou Retomando o passado onde ninguém jamais esteve



Star Trek, dirigido por J. J. Abrams, estreou dia 8 de maio de 2009. Vi o filme com amigos no dia 9. Éramos um grupo heterogêneo em termos de sua relação com Jornada nas Estrelas. Alguns não sabiam quase nada sobre a série. Um casal só conhecia os 10 filmes anteriores. Alguns já tinham assistido muitos episódios de uma ou outras séries da franquia. Eu, por exemplo, só conheço (toda) a série clássica e o primeiro filme, Jornada nas Estrelas: o Filme.

Mas todos curtiram muito a obra. De fato, como disse Alottoni, no site Jovem Nerd, não é preciso ter assistido nada de Jornada para apreciar o filme. Este serve, inclusive, como introdução a quem quer começar a se inteirar desse intrigante universo de ficção científica. E, para quem já conhece, há muitas referências à série antiga, abordadas de forma bem humorada e coerente.

Star Trek (2009)

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