Space Oddity – música e livro

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Há alguns dias um amigo me passou este link do site IdeaFixa, que falava de uma adaptação para livro ilustrado da música Space Oddity, de David Bowie. Embora sempre achasse intrigante a figura desse músico, não conheço quase nada de sua produção artística. Ao ouvir a canção no vídeo, fiquei extasiado com a música e a letra. Uma história de ficção científica que traz o tema do abandono e da solidão, “espetacular”, nas palavras de outro amigo meu, tão simples e bem-feita que nos permite completar as lacunas da narrativa com a imaginação.

O livro é muito caprichado, está disponível em PDF para download (pelo próprio autor, Andrew Kolb), e é excelente como acompanhamento na audição da música (ou vice-versa). Para crianças e adultos anglófonos deve ser ótimo, mas imagino que possa servir como recurso didático para estudantes da língua inglesa.

Confira abaixo o texto do site IdeaFixa e o vídeo-clipe de Space Oddity, com David Bowie.

Andrew Kolb é um ilustrador que não gosta de falar sobre si, logo não sei de onde ele é. Mas posso dizer  que Andrew é um cara talentoso e muito bacana. Teve a ótima ideia de transformar a linda Space Oddity do David Bowie em um livro de história para crianças, e deixou livre para download em alta definição, na íntegra. Coloquei o vídeo aqui também, porque recomendo a leitura acompanhada dom som, frase por frase. Eu espero sinceramente que alguém invista no projeto (que por enquanto é apenas um conceito) para uma coleção inteira. Por crianças com mais bom gosto num futuro próximo (e quem vier dizer que gostar de Bowie não é ter bom gosto, te desejo filhos que adorem Jota Quest).

Vale a pena.

Panoramas cósmicos

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Para nossos sentidos podados pela vida terrestre, por nossos corpos humanos e por nossa experiência restringidora na biosfera da Terra, é difícil conceber a imensidão do universo. É preciso muito esforço e disciplina mental para termos uma percepção das dimensões do cosmos que nos rodeia e de como nós cabemos nele.

Eis três trechos de filmes que mostram sequências (obviamente, montagens) que nos ajudam a sentir o tamanho do sistema solar, da galáxia, do universo em que estamos inseridos. O primeiro é a cena de abertura do filme Contato (Contact, 1997, Robert Zemeckis). O segundo são os créditos iniciais do filme Superman: o Retorno (Superman Returns, 2006, Bryan Singer). O terceiro são os créditos finais de Star Trek (2009, J. J. Abrams). Boa viagem.

Adendo (13/10/2011 – 8:17)

O vídeo abaixo mostra o tamanho em escala dos planetas do Sistema Solar, comparados às maiores estrelas conhecidas da Via Láctea.

Adendo 2 (14/10/2011 – 8:20)

Segue uma sugestão de Dilberto Rosa, que bem lembrou a paródica cena final de Homens de Preto, em que descobrimos o verdadeiro tamanho de nossa galáxia.