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	<title>Comments on: Emo vs. “nordestino cabra macho”</title>
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	<description>Antropologia, Ficção Científica, cultura e sociedade</description>
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		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-2169</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 09:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-2163&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Tauff&lt;/a&gt;,&lt;/strong&gt; 
 
Muito obrigado pela visita. 
 
O n&#237;vel de instru&#231;&#227;o formal muitas vezes n&#227;o coincide com um n&#237;vel menor de preconceito. Este &#233; internalizado atrav&#233;s de representa&#231;&#245;es cristalizadas. Para muita gente no Sul-Sudeste, a &quot;pregui&#231;a&quot; dos baianos e o &quot;atraso&quot; do Nordeste em geral s&#227;o t&#227;o &#243;bvios quanto a cor azul do c&#233;u, s&#227;o verdades t&#227;o irretoc&#225;veis quanto a divindade dos ju&#237;zes... 
 
Certa vez uma amiga de Blumenau contou que viajou com seu tio de caminh&#227;o ao Nordeste. Na volta, ao atravessar a fronteira entre a Bahia e Minas Gerais, disse: &quot;Agora entramos no Brasil&quot;. 
 
Esse tipo de preconceito regional ainda &#233; muito presente e virulento, e realmente esconde a rela&#231;&#227;o de depend&#234;ncia m&#250;tua (econ&#244;mica, cultural, social e pol&#237;tica) entre as diferentes partes do Brasil. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="#comment-2163" rel="nofollow">@Tauff</a>,</strong></p>
<p>Muito obrigado pela visita.</p>
<p>O n&iacute;vel de instru&ccedil;&atilde;o formal muitas vezes n&atilde;o coincide com um n&iacute;vel menor de preconceito. Este &eacute; internalizado atrav&eacute;s de representa&ccedil;&otilde;es cristalizadas. Para muita gente no Sul-Sudeste, a &quot;pregui&ccedil;a&quot; dos baianos e o &quot;atraso&quot; do Nordeste em geral s&atilde;o t&atilde;o &oacute;bvios quanto a cor azul do c&eacute;u, s&atilde;o verdades t&atilde;o irretoc&aacute;veis quanto a divindade dos ju&iacute;zes&#8230;</p>
<p>Certa vez uma amiga de Blumenau contou que viajou com seu tio de caminh&atilde;o ao Nordeste. Na volta, ao atravessar a fronteira entre a Bahia e Minas Gerais, disse: &quot;Agora entramos no Brasil&quot;.</p>
<p>Esse tipo de preconceito regional ainda &eacute; muito presente e virulento, e realmente esconde a rela&ccedil;&atilde;o de depend&ecirc;ncia m&uacute;tua (econ&ocirc;mica, cultural, social e pol&iacute;tica) entre as diferentes partes do Brasil. </p>
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	<item>
		<title>By: Tauff Ganem</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-2163</link>
		<dc:creator>Tauff Ganem</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 09:14:29 +0000</pubDate>
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		<description>O tema preconceito contra nordestinos me veio &#224; mente recentemente por certas declara&#231;&#245;es de colegas no meu ambiente de trabalho, sou baiano e trabalho em SP. Certo dia ao ingressar na secretaria em que trabalho presenciei uma Magistrada falando o seguinte: &quot;... &#212; bixin eles cumprem a precat&#243;ria assim, at&#233; levantar da rede...&quot; seguiram-se risos. Fingi n&#227;o ter ouvido afinal de contas ju&#237;zes s&#227;o entidades quase divinas, intoc&#225;veis, isso num pa&#237;s dito democr&#225;tico. Em outra oportunidade um outro Magistrado ao comentar determinado aspecto jurispridencial declarou: &quot; Se um tribunal do NORDESTE tem coragem para aplicar determinado dispositivo legal desta forma, n&#243;s, briosos, ju&#237;zes paulistanos tamb&#233;m dever&#237;amos faz&#234;-lo&quot;. N&#227;o posso comentar com rela&#231;&#227;o aos demais estados do sudeste, mas aqui em SP, existe uma id&#233;ia impregnada que o Brasil &quot;anda&quot; gra&#231;as a SP, essa hipt&#233;tica autosufici&#234;ncia os leva a ignorarem completamente a complexidade - no bom sentido -  cultural que existe no brasil e a se esquecerem da unidade, que ao meu ver prepondera, mesmo dentro dessa complexidade. 
 
Ab&#231; 
 
Tauff </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tema preconceito contra nordestinos me veio &agrave; mente recentemente por certas declara&ccedil;&otilde;es de colegas no meu ambiente de trabalho, sou baiano e trabalho em SP. Certo dia ao ingressar na secretaria em que trabalho presenciei uma Magistrada falando o seguinte: &quot;&#8230; &Ocirc; bixin eles cumprem a precat&oacute;ria assim, at&eacute; levantar da rede&#8230;&quot; seguiram-se risos. Fingi n&atilde;o ter ouvido afinal de contas ju&iacute;zes s&atilde;o entidades quase divinas, intoc&aacute;veis, isso num pa&iacute;s dito democr&aacute;tico. Em outra oportunidade um outro Magistrado ao comentar determinado aspecto jurispridencial declarou: &quot; Se um tribunal do NORDESTE tem coragem para aplicar determinado dispositivo legal desta forma, n&oacute;s, briosos, ju&iacute;zes paulistanos tamb&eacute;m dever&iacute;amos faz&ecirc;-lo&quot;. N&atilde;o posso comentar com rela&ccedil;&atilde;o aos demais estados do sudeste, mas aqui em SP, existe uma id&eacute;ia impregnada que o Brasil &quot;anda&quot; gra&ccedil;as a SP, essa hipt&eacute;tica autosufici&ecirc;ncia os leva a ignorarem completamente a complexidade &#8211; no bom sentido &#8211;  cultural que existe no brasil e a se esquecerem da unidade, que ao meu ver prepondera, mesmo dentro dessa complexidade.</p>
<p>Ab&ccedil;</p>
<p>Tauff </p>
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	<item>
		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-786</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 10:56:09 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-783&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@AmBAr Amarelo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; e suas provoca&#231;&#245;es... sempre bem-vindas! 
 
Acho que &#233; importante sim preservarmos a mem&#243;ria das manifesta&#231;&#245;es culturais, que servem de objeto de estudo para entendermos a humanidade. A Hist&#243;ria e a Antropologia precisam do maior n&#250;mero de registros poss&#237;veis para compreender melhor a evolu&#231;&#227;o humana. 
 
Mas o que eu quis enfatizar &#233; que &#233; inevit&#225;vel que ocorram mudan&#231;as em qualquer lugar do mundo, em alguns lugares mais lentas, em outros mais r&#225;pidas. E o discurso que exalta a manuten&#231;&#227;o dos costumes perde de vista que a pr&#243;pria cultura que ele defende j&#225; passou por mudan&#231;as, nem sempre foi a mesma, e vai mudar ainda mais. Daqui a 100 anos, o cara que defende uma certa tradi&#231;&#227;o milenar poder&#225; achar que est&#225; preservando um costume exatamente como ele era hoje em dia, mas se pudesse ver como &#233; hoje, perceberia que houve transforma&#231;&#245;es. 
 
Sobre as influ&#234;ncias culturais,&#233; preciso dizer duas coisas: 
 
(1) N&#227;o adianta lutar com todas as for&#231;as, as influ&#234;ncias ocorrem inevitavelmente, e muitas vezes n&#227;o ocorrem em situa&#231;&#245;es de coloniza&#231;&#227;o, mas em contatos culturais igualit&#225;rios. No processo de coloniza&#231;&#227;o, muitos estudos antropol&#243;gicos mostram que o colonizado n&#227;o &#233; o &#250;nico a sofrer influ&#234;ncia. O dominador tamb&#233;m sofre mudan&#231;as culturais por influ&#234;ncia do dominado. No processo de imposi&#231;&#227;o, ambos os lados acabam influenciando um ao outro e at&#233; produzindo novas configura&#231;&#245;es culturais, ou seja, novos povos. Al&#233;m disso, empr&#233;stimos muitas vezes ocorrem inadvertidamente e irrefletidamente, e depois que o estrago (ou n&#227;o) est&#225; feito, normalmente &#233; infrut&#237;fero tentar contornar a situa&#231;&#227;o. 
 
(2) Acho que influ&#234;ncias s&#227;o positivas, mas concordo com voc&#234; quanto &#224; cautela. &#201; preciso ser muito cr&#237;tico quando nos deparamos com escambos culturais. Nem sempre uma novidade &#233; positiva. Quando for poss&#237;vel, o melhor &#233; refletir sobre a adequa&#231;&#227;o, utilidade e valor daquela novidade. Mas nem sempre &#233; poss&#237;vel prever os benef&#237;cios dessas trocas antes de experiment&#225;-las. Al&#233;m disso, &#233; muito raro que uma novidade seja incorporada de forma intacta. Por exemplo, os quadrinhos ocidentais foram incorporados pelos japoneses e estes o transformaram numa linguagem diferente, o mang&#225;, que tem aspectos bem peculiares e nem s&#227;o considerados quadrinhos por alguns colecionadores. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-783" rel="nofollow">@AmBAr Amarelo</a></b> e suas provoca&ccedil;&otilde;es&#8230; sempre bem-vindas!</p>
<p>Acho que &eacute; importante sim preservarmos a mem&oacute;ria das manifesta&ccedil;&otilde;es culturais, que servem de objeto de estudo para entendermos a humanidade. A Hist&oacute;ria e a Antropologia precisam do maior n&uacute;mero de registros poss&iacute;veis para compreender melhor a evolu&ccedil;&atilde;o humana.</p>
<p>Mas o que eu quis enfatizar &eacute; que &eacute; inevit&aacute;vel que ocorram mudan&ccedil;as em qualquer lugar do mundo, em alguns lugares mais lentas, em outros mais r&aacute;pidas. E o discurso que exalta a manuten&ccedil;&atilde;o dos costumes perde de vista que a pr&oacute;pria cultura que ele defende j&aacute; passou por mudan&ccedil;as, nem sempre foi a mesma, e vai mudar ainda mais. Daqui a 100 anos, o cara que defende uma certa tradi&ccedil;&atilde;o milenar poder&aacute; achar que est&aacute; preservando um costume exatamente como ele era hoje em dia, mas se pudesse ver como &eacute; hoje, perceberia que houve transforma&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Sobre as influ&ecirc;ncias culturais,&eacute; preciso dizer duas coisas:</p>
<p>(1) N&atilde;o adianta lutar com todas as for&ccedil;as, as influ&ecirc;ncias ocorrem inevitavelmente, e muitas vezes n&atilde;o ocorrem em situa&ccedil;&otilde;es de coloniza&ccedil;&atilde;o, mas em contatos culturais igualit&aacute;rios. No processo de coloniza&ccedil;&atilde;o, muitos estudos antropol&oacute;gicos mostram que o colonizado n&atilde;o &eacute; o &uacute;nico a sofrer influ&ecirc;ncia. O dominador tamb&eacute;m sofre mudan&ccedil;as culturais por influ&ecirc;ncia do dominado. No processo de imposi&ccedil;&atilde;o, ambos os lados acabam influenciando um ao outro e at&eacute; produzindo novas configura&ccedil;&otilde;es culturais, ou seja, novos povos. Al&eacute;m disso, empr&eacute;stimos muitas vezes ocorrem inadvertidamente e irrefletidamente, e depois que o estrago (ou n&atilde;o) est&aacute; feito, normalmente &eacute; infrut&iacute;fero tentar contornar a situa&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>(2) Acho que influ&ecirc;ncias s&atilde;o positivas, mas concordo com voc&ecirc; quanto &agrave; cautela. &Eacute; preciso ser muito cr&iacute;tico quando nos deparamos com escambos culturais. Nem sempre uma novidade &eacute; positiva. Quando for poss&iacute;vel, o melhor &eacute; refletir sobre a adequa&ccedil;&atilde;o, utilidade e valor daquela novidade. Mas nem sempre &eacute; poss&iacute;vel prever os benef&iacute;cios dessas trocas antes de experiment&aacute;-las. Al&eacute;m disso, &eacute; muito raro que uma novidade seja incorporada de forma intacta. Por exemplo, os quadrinhos ocidentais foram incorporados pelos japoneses e estes o transformaram numa linguagem diferente, o mang&aacute;, que tem aspectos bem peculiares e nem s&atilde;o considerados quadrinhos por alguns colecionadores. </p>
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		<title>By: AmBAr Amarelo</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-783</link>
		<dc:creator>AmBAr Amarelo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 00:02:03 +0000</pubDate>
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		<description>Thiago, gosto muito desses assuntos que voc&#234; coloca na categoria antropologia aqui no seu blog. N&#227;o entendo nada do assunto mas tenho curiosidade sobre esses temas. 
 
Essa discuss&#227;o que voc&#234; levantou sobre a import&#226;ncia de preservar ou n&#227;o uma tradi&#231;&#227;o, ou melhor, nem preservar mas relembrar atrav&#233;s de alguma data/festa, me trouxe uma reflex&#227;o que eu n&#227;o tinha feito: Sempre achei que seria sim importante &quot;guardar&quot; essas informa&#231;&#245;es culturais que ajudaram a formar o povo de hoje (ou de ontem), e na verdade continuo achando. Acho que isso &#233; o medo de deixar de ser quem eu sou ṕara ser quem algum &quot;dominador cultural&quot; queira que eu seja. N&#227;o &#233; mais seguro relutar contra modismos e novidades do que aceitar tudo e refletir depois? Importante mesmo &#233; a flexibilidade de repensar os valores, seja antes ou depois de inseri-los nos costumes sociais. Ent&#227;o, tanto uma sociedade que n&#227;o se deixa inserir na cultura emo com facilidade, quanto uma que a cada ano se insere em diferentes culturas/modismos, podem ser bem semelhantes, no sentido que elas n&#227;o ir&#227;o &quot;evoluir&quot; caso n&#227;o reflitam sobre esses velhos e novos valores em algum momento tendo a coragem de nega-los/modifica-los caso sejam julgados negativos (exemplo: farra-do-boi). </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thiago, gosto muito desses assuntos que voc&ecirc; coloca na categoria antropologia aqui no seu blog. N&atilde;o entendo nada do assunto mas tenho curiosidade sobre esses temas.</p>
<p>Essa discuss&atilde;o que voc&ecirc; levantou sobre a import&acirc;ncia de preservar ou n&atilde;o uma tradi&ccedil;&atilde;o, ou melhor, nem preservar mas relembrar atrav&eacute;s de alguma data/festa, me trouxe uma reflex&atilde;o que eu n&atilde;o tinha feito: Sempre achei que seria sim importante &quot;guardar&quot; essas informa&ccedil;&otilde;es culturais que ajudaram a formar o povo de hoje (ou de ontem), e na verdade continuo achando. Acho que isso &eacute; o medo de deixar de ser quem eu sou ṕara ser quem algum &quot;dominador cultural&quot; queira que eu seja. N&atilde;o &eacute; mais seguro relutar contra modismos e novidades do que aceitar tudo e refletir depois? Importante mesmo &eacute; a flexibilidade de repensar os valores, seja antes ou depois de inseri-los nos costumes sociais. Ent&atilde;o, tanto uma sociedade que n&atilde;o se deixa inserir na cultura emo com facilidade, quanto uma que a cada ano se insere em diferentes culturas/modismos, podem ser bem semelhantes, no sentido que elas n&atilde;o ir&atilde;o &quot;evoluir&quot; caso n&atilde;o reflitam sobre esses velhos e novos valores em algum momento tendo a coragem de nega-los/modifica-los caso sejam julgados negativos (exemplo: farra-do-boi). </p>
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	<item>
		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-516</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:22:32 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-503&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Xiru&lt;/a&gt;,&lt;/b&gt; :P 
 
Obrigado pela visita. :) </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-503" rel="nofollow">@Xiru</a>,</b> <img src='http://teianeuronial.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Obrigado pela visita. <img src='http://teianeuronial.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  </p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: XIRU</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-503</link>
		<dc:creator>XIRU</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 12:26:30 +0000</pubDate>
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		<description>NADA DE SUPERFICIAL NEM DE EF&#202;MERO FOI DITO OU ESCRITO SOBRE EMO E SOBRE NOSSA CONDI&#199;&#195;O REGIONALISTA NESTE BLOG, POR&#201;M N&#195;O REFLITAM SOBRE ESSAS SUPERFICIALIDADES T&#195;O PROFUNDAMENTE. </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>NADA DE SUPERFICIAL NEM DE EF&Ecirc;MERO FOI DITO OU ESCRITO SOBRE EMO E SOBRE NOSSA CONDI&Ccedil;&Atilde;O REGIONALISTA NESTE BLOG, POR&Eacute;M N&Atilde;O REFLITAM SOBRE ESSAS SUPERFICIALIDADES T&Atilde;O PROFUNDAMENTE. </p>
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		<title>By: Fique por dentro Emo &#187; Blog Archive &#187; Teia Neuronial » Emo vs. “nordestino cabra macho”</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-201</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Emo &#187; Blog Archive &#187; Teia Neuronial » Emo vs. “nordestino cabra macho”</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:13:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] haver emos em Mossoró. Imaginei, preconceituosamente, que Cardoso talvez &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] haver emos em Mossoró. Imaginei, preconceituosamente, que Cardoso talvez &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-185</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 21:51:44 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-184&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Flavia&lt;/a&gt;,&lt;/b&gt; até onde sei, o emo é uma identidade que surgiu na Europa como uma variação do metrossexual, ou seja, como uma identidade masculina. Depois se transformou num estilo que englobou as mulheres. No Brasil, que gosta de importar moda, o estilo já apareceu adotado pelos dois sexos. Eu acho.

Bem, espero que comente mais (se quiser) quando ler o resto do texto.

E seja bem-vinda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-184" rel="nofollow">@Flavia</a>,</b> até onde sei, o emo é uma identidade que surgiu na Europa como uma variação do metrossexual, ou seja, como uma identidade masculina. Depois se transformou num estilo que englobou as mulheres. No Brasil, que gosta de importar moda, o estilo já apareceu adotado pelos dois sexos. Eu acho.</p>
<p>Bem, espero que comente mais (se quiser) quando ler o resto do texto.</p>
<p>E seja bem-vinda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-184</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 20:37:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://teianeuronial.com/?p=539#comment-184</guid>
		<description>acredito que um dia as pessoas vão parar de olhar só a superfície. Conto com isso. Como mulher já sofri vários preconceitos (de motoqueiros, por exemplo, sou motoqueira) e como professora de inglês já tive muito aluno e conhecido &quot;de esquerda&quot; me tratando como se eu fosse &quot;agente do imperialismo&quot; (sou de esquerda), como não associada a partido já fui tratada como não-esquerda, como intelectual já fui tratada como professora de inglês.

Mas apesar de não ter ainda acabado de ler o post, vou fazer uma correção que observo ser necessária à frase &quot;atualmente, já há pessoas do sexo feminino que se consideram emos&quot;. Sempre teve emos de dois sexos, pelo menos em Sampa, pois emo não é sinônimo de homossexual, conheço emos do sexo feminino desde há muito tempo.

beijos, e adorei o texto até aqui, mas prometir ver filme com o marido, então volto depois!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acredito que um dia as pessoas vão parar de olhar só a superfície. Conto com isso. Como mulher já sofri vários preconceitos (de motoqueiros, por exemplo, sou motoqueira) e como professora de inglês já tive muito aluno e conhecido &#8220;de esquerda&#8221; me tratando como se eu fosse &#8220;agente do imperialismo&#8221; (sou de esquerda), como não associada a partido já fui tratada como não-esquerda, como intelectual já fui tratada como professora de inglês.</p>
<p>Mas apesar de não ter ainda acabado de ler o post, vou fazer uma correção que observo ser necessária à frase &#8220;atualmente, já há pessoas do sexo feminino que se consideram emos&#8221;. Sempre teve emos de dois sexos, pelo menos em Sampa, pois emo não é sinônimo de homossexual, conheço emos do sexo feminino desde há muito tempo.</p>
<p>beijos, e adorei o texto até aqui, mas prometir ver filme com o marido, então volto depois!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>By: Samuel</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-149</link>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 15:10:29 +0000</pubDate>
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		<description>Isso &#233; claro, heheh existem muitas e muitas coisas que seria melhor n&#227;o termos aprendido, mas ainda acho que muitas outras s&#227;o interessantes, mas bem... ai j&#225; entra um outro fator que &#233; complicado, a quest&#227;o de saber se o que eu acho certo &#233; o que o outro acha certo... outra coisa que da pano pra manga, interessante =D </description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso &eacute; claro, heheh existem muitas e muitas coisas que seria melhor n&atilde;o termos aprendido, mas ainda acho que muitas outras s&atilde;o interessantes, mas bem&#8230; ai j&aacute; entra um outro fator que &eacute; complicado, a quest&atilde;o de saber se o que eu acho certo &eacute; o que o outro acha certo&#8230; outra coisa que da pano pra manga, interessante =D </p>
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