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	<title>Comments on: Emo vs. “nordestino cabra macho”</title>
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	<description>Antropologia, Ficção Científica, cultura e sociedade</description>
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		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-2169</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Aug 2010 12:31:55 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;#comment-2163&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Tauff&lt;/a&gt;,&lt;/strong&gt;

Muito obrigado pela visita.

O nível de instrução formal muitas vezes não coincide com um nível menor de preconceito. Este é internalizado através de representações cristalizadas. Para muita gente no Sul-Sudeste, a &quot;preguiça&quot; dos baianos e o &quot;atraso&quot; do Nordeste em geral são tão óbvios quanto a cor azul do céu, são verdades tão irretocáveis quanto a divindade dos juízes...

Certa vez uma amiga de Blumenau contou que viajou com seu tio de caminhão ao Nordeste. Na volta, ao atravessar a fronteira entre a Bahia e Minas Gerais, disse: &quot;Agora entramos no Brasil&quot;.

Esse tipo de preconceito regional ainda é muito presente e virulento, e realmente esconde a relação de dependência mútua (econômica, cultural, social e política) entre as diferentes partes do Brasil.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="#comment-2163" rel="nofollow">@Tauff</a>,</strong></p>
<p>Muito obrigado pela visita.</p>
<p>O nível de instrução formal muitas vezes não coincide com um nível menor de preconceito. Este é internalizado através de representações cristalizadas. Para muita gente no Sul-Sudeste, a &#8220;preguiça&#8221; dos baianos e o &#8220;atraso&#8221; do Nordeste em geral são tão óbvios quanto a cor azul do céu, são verdades tão irretocáveis quanto a divindade dos juízes&#8230;</p>
<p>Certa vez uma amiga de Blumenau contou que viajou com seu tio de caminhão ao Nordeste. Na volta, ao atravessar a fronteira entre a Bahia e Minas Gerais, disse: &#8220;Agora entramos no Brasil&#8221;.</p>
<p>Esse tipo de preconceito regional ainda é muito presente e virulento, e realmente esconde a relação de dependência mútua (econômica, cultural, social e política) entre as diferentes partes do Brasil.</p>
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	<item>
		<title>By: Tauff Ganem</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-2163</link>
		<dc:creator>Tauff Ganem</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2010 12:14:29 +0000</pubDate>
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		<description>O tema preconceito contra nordestinos me veio à mente recentemente por certas declarações de colegas no meu ambiente de trabalho, sou baiano e trabalho em SP. Certo dia ao ingressar na secretaria em que trabalho presenciei uma Magistrada falando o seguinte: &quot;... Ô bixin eles cumprem a precatória assim, até levantar da rede...&quot; seguiram-se risos. Fingi não ter ouvido afinal de contas juízes são entidades quase divinas, intocáveis, isso num país dito democrático. Em outra oportunidade um outro Magistrado ao comentar determinado aspecto jurispridencial declarou: &quot; Se um tribunal do NORDESTE tem coragem para aplicar determinado dispositivo legal desta forma, nós, briosos, juízes paulistanos também deveríamos fazê-lo&quot;. Não posso comentar com relação aos demais estados do sudeste, mas aqui em SP, existe uma idéia impregnada que o Brasil &quot;anda&quot; graças a SP, essa hiptética autosuficiência os leva a ignorarem completamente a complexidade - no bom sentido -  cultural que existe no brasil e a se esquecerem da unidade, que ao meu ver prepondera, mesmo dentro dessa complexidade.

Abç

Tauff</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tema preconceito contra nordestinos me veio à mente recentemente por certas declarações de colegas no meu ambiente de trabalho, sou baiano e trabalho em SP. Certo dia ao ingressar na secretaria em que trabalho presenciei uma Magistrada falando o seguinte: &#8220;&#8230; Ô bixin eles cumprem a precatória assim, até levantar da rede&#8230;&#8221; seguiram-se risos. Fingi não ter ouvido afinal de contas juízes são entidades quase divinas, intocáveis, isso num país dito democrático. Em outra oportunidade um outro Magistrado ao comentar determinado aspecto jurispridencial declarou: &#8221; Se um tribunal do NORDESTE tem coragem para aplicar determinado dispositivo legal desta forma, nós, briosos, juízes paulistanos também deveríamos fazê-lo&#8221;. Não posso comentar com relação aos demais estados do sudeste, mas aqui em SP, existe uma idéia impregnada que o Brasil &#8220;anda&#8221; graças a SP, essa hiptética autosuficiência os leva a ignorarem completamente a complexidade &#8211; no bom sentido &#8211;  cultural que existe no brasil e a se esquecerem da unidade, que ao meu ver prepondera, mesmo dentro dessa complexidade.</p>
<p>Abç</p>
<p>Tauff</p>
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	<item>
		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-786</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 13:56:09 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-783&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@AmBAr Amarelo&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; e suas provocações... sempre bem-vindas!

Acho que é importante sim preservarmos a memória das manifestações culturais, que servem de objeto de estudo para entendermos a humanidade. A História e a Antropologia precisam do maior número de registros possíveis para compreender melhor a evolução humana.

Mas o que eu quis enfatizar é que é inevitável que ocorram mudanças em qualquer lugar do mundo, em alguns lugares mais lentas, em outros mais rápidas. E o discurso que exalta a manutenção dos costumes perde de vista que a própria cultura que ele defende já passou por mudanças, nem sempre foi a mesma, e vai mudar ainda mais. Daqui a 100 anos, o cara que defende uma certa tradição milenar poderá achar que está preservando um costume exatamente como ele era hoje em dia, mas se pudesse ver como é hoje, perceberia que houve transformações.

Sobre as influências culturais,é preciso dizer duas coisas:

(1) Não adianta lutar com todas as forças, as influências ocorrem inevitavelmente, e muitas vezes não ocorrem em situações de colonização, mas em contatos culturais igualitários. No processo de colonização, muitos estudos antropológicos mostram que o colonizado não é o único a sofrer influência. O dominador também sofre mudanças culturais por influência do dominado. No processo de imposição, ambos os lados acabam influenciando um ao outro e até produzindo novas configurações culturais, ou seja, novos povos. Além disso, empréstimos muitas vezes ocorrem inadvertidamente e irrefletidamente, e depois que o estrago (ou não) está feito, normalmente é infrutífero tentar contornar a situação.

(2) Acho que influências são positivas, mas concordo com você quanto à cautela. É preciso ser muito crítico quando nos deparamos com escambos culturais. Nem sempre uma novidade é positiva. Quando for possível, o melhor é refletir sobre a adequação, utilidade e valor daquela novidade. Mas nem sempre é possível prever os benefícios dessas trocas antes de experimentá-las. Além disso, é muito raro que uma novidade seja incorporada de forma intacta. Por exemplo, os quadrinhos ocidentais foram incorporados pelos japoneses e estes o transformaram numa linguagem diferente, o mangá, que tem aspectos bem peculiares e nem são considerados quadrinhos por alguns colecionadores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-783" rel="nofollow">@AmBAr Amarelo</a></b> e suas provocações&#8230; sempre bem-vindas!</p>
<p>Acho que é importante sim preservarmos a memória das manifestações culturais, que servem de objeto de estudo para entendermos a humanidade. A História e a Antropologia precisam do maior número de registros possíveis para compreender melhor a evolução humana.</p>
<p>Mas o que eu quis enfatizar é que é inevitável que ocorram mudanças em qualquer lugar do mundo, em alguns lugares mais lentas, em outros mais rápidas. E o discurso que exalta a manutenção dos costumes perde de vista que a própria cultura que ele defende já passou por mudanças, nem sempre foi a mesma, e vai mudar ainda mais. Daqui a 100 anos, o cara que defende uma certa tradição milenar poderá achar que está preservando um costume exatamente como ele era hoje em dia, mas se pudesse ver como é hoje, perceberia que houve transformações.</p>
<p>Sobre as influências culturais,é preciso dizer duas coisas:</p>
<p>(1) Não adianta lutar com todas as forças, as influências ocorrem inevitavelmente, e muitas vezes não ocorrem em situações de colonização, mas em contatos culturais igualitários. No processo de colonização, muitos estudos antropológicos mostram que o colonizado não é o único a sofrer influência. O dominador também sofre mudanças culturais por influência do dominado. No processo de imposição, ambos os lados acabam influenciando um ao outro e até produzindo novas configurações culturais, ou seja, novos povos. Além disso, empréstimos muitas vezes ocorrem inadvertidamente e irrefletidamente, e depois que o estrago (ou não) está feito, normalmente é infrutífero tentar contornar a situação.</p>
<p>(2) Acho que influências são positivas, mas concordo com você quanto à cautela. É preciso ser muito crítico quando nos deparamos com escambos culturais. Nem sempre uma novidade é positiva. Quando for possível, o melhor é refletir sobre a adequação, utilidade e valor daquela novidade. Mas nem sempre é possível prever os benefícios dessas trocas antes de experimentá-las. Além disso, é muito raro que uma novidade seja incorporada de forma intacta. Por exemplo, os quadrinhos ocidentais foram incorporados pelos japoneses e estes o transformaram numa linguagem diferente, o mangá, que tem aspectos bem peculiares e nem são considerados quadrinhos por alguns colecionadores.</p>
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	<item>
		<title>By: AmBAr Amarelo</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-783</link>
		<dc:creator>AmBAr Amarelo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 03:02:03 +0000</pubDate>
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		<description>Thiago, gosto muito desses assuntos que você coloca na categoria antropologia aqui no seu blog. Não entendo nada do assunto mas tenho curiosidade sobre esses temas.

Essa discussão que você levantou sobre a importância de preservar ou não uma tradição, ou melhor, nem preservar mas relembrar através de alguma data/festa, me trouxe uma reflexão que eu não tinha feito: Sempre achei que seria sim importante &quot;guardar&quot; essas informações culturais que ajudaram a formar o povo de hoje (ou de ontem), e na verdade continuo achando. Acho que isso é o medo de deixar de ser quem eu sou ṕara ser quem algum &quot;dominador cultural&quot; queira que eu seja. Não é mais seguro relutar contra modismos e novidades do que aceitar tudo e refletir depois? Importante mesmo é a flexibilidade de repensar os valores, seja antes ou depois de inseri-los nos costumes sociais. Então, tanto uma sociedade que não se deixa inserir na cultura emo com facilidade, quanto uma que a cada ano se insere em diferentes culturas/modismos, podem ser bem semelhantes, no sentido que elas não irão &quot;evoluir&quot; caso não reflitam sobre esses velhos e novos valores em algum momento tendo a coragem de nega-los/modifica-los caso sejam julgados negativos (exemplo: farra-do-boi).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Thiago, gosto muito desses assuntos que você coloca na categoria antropologia aqui no seu blog. Não entendo nada do assunto mas tenho curiosidade sobre esses temas.</p>
<p>Essa discussão que você levantou sobre a importância de preservar ou não uma tradição, ou melhor, nem preservar mas relembrar através de alguma data/festa, me trouxe uma reflexão que eu não tinha feito: Sempre achei que seria sim importante &#8220;guardar&#8221; essas informações culturais que ajudaram a formar o povo de hoje (ou de ontem), e na verdade continuo achando. Acho que isso é o medo de deixar de ser quem eu sou ṕara ser quem algum &#8220;dominador cultural&#8221; queira que eu seja. Não é mais seguro relutar contra modismos e novidades do que aceitar tudo e refletir depois? Importante mesmo é a flexibilidade de repensar os valores, seja antes ou depois de inseri-los nos costumes sociais. Então, tanto uma sociedade que não se deixa inserir na cultura emo com facilidade, quanto uma que a cada ano se insere em diferentes culturas/modismos, podem ser bem semelhantes, no sentido que elas não irão &#8220;evoluir&#8221; caso não reflitam sobre esses velhos e novos valores em algum momento tendo a coragem de nega-los/modifica-los caso sejam julgados negativos (exemplo: farra-do-boi).</p>
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		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-516</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:22:32 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-503&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Xiru&lt;/a&gt;,&lt;/b&gt; :P

Obrigado pela visita. :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-503" rel="nofollow">@Xiru</a>,</b> <img src='http://teianeuronial.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Obrigado pela visita. <img src='http://teianeuronial.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: XIRU</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-503</link>
		<dc:creator>XIRU</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:26:30 +0000</pubDate>
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		<description>NADA DE SUPERFICIAL NEM DE EFÊMERO FOI DITO OU ESCRITO SOBRE EMO E SOBRE NOSSA CONDIÇÃO REGIONALISTA NESTE BLOG, PORÉM NÃO REFLITAM SOBRE ESSAS SUPERFICIALIDADES TÃO PROFUNDAMENTE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>NADA DE SUPERFICIAL NEM DE EFÊMERO FOI DITO OU ESCRITO SOBRE EMO E SOBRE NOSSA CONDIÇÃO REGIONALISTA NESTE BLOG, PORÉM NÃO REFLITAM SOBRE ESSAS SUPERFICIALIDADES TÃO PROFUNDAMENTE.</p>
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	<item>
		<title>By: Fique por dentro Emo &#187; Blog Archive &#187; Teia Neuronial » Emo vs. “nordestino cabra macho”</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-201</link>
		<dc:creator>Fique por dentro Emo &#187; Blog Archive &#187; Teia Neuronial » Emo vs. “nordestino cabra macho”</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 17:13:54 +0000</pubDate>
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		<description>[...] haver emos em Mossoró. Imaginei, preconceituosamente, que Cardoso talvez &#8230; fique por dentro clique aqui.&#160;Fonte:  [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] haver emos em Mossoró. Imaginei, preconceituosamente, que Cardoso talvez &#8230; fique por dentro clique aqui.&nbsp;Fonte:  [...]</p>
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	<item>
		<title>By: Thiago Leite</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-185</link>
		<dc:creator>Thiago Leite</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 21:51:44 +0000</pubDate>
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		<description>&lt;b&gt;&lt;a href=&quot;#comment-184&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;@Flavia&lt;/a&gt;,&lt;/b&gt; até onde sei, o emo é uma identidade que surgiu na Europa como uma variação do metrossexual, ou seja, como uma identidade masculina. Depois se transformou num estilo que englobou as mulheres. No Brasil, que gosta de importar moda, o estilo já apareceu adotado pelos dois sexos. Eu acho.

Bem, espero que comente mais (se quiser) quando ler o resto do texto.

E seja bem-vinda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><b><a href="#comment-184" rel="nofollow">@Flavia</a>,</b> até onde sei, o emo é uma identidade que surgiu na Europa como uma variação do metrossexual, ou seja, como uma identidade masculina. Depois se transformou num estilo que englobou as mulheres. No Brasil, que gosta de importar moda, o estilo já apareceu adotado pelos dois sexos. Eu acho.</p>
<p>Bem, espero que comente mais (se quiser) quando ler o resto do texto.</p>
<p>E seja bem-vinda.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Flavia</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-184</link>
		<dc:creator>Flavia</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 20:37:46 +0000</pubDate>
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		<description>acredito que um dia as pessoas vão parar de olhar só a superfície. Conto com isso. Como mulher já sofri vários preconceitos (de motoqueiros, por exemplo, sou motoqueira) e como professora de inglês já tive muito aluno e conhecido &quot;de esquerda&quot; me tratando como se eu fosse &quot;agente do imperialismo&quot; (sou de esquerda), como não associada a partido já fui tratada como não-esquerda, como intelectual já fui tratada como professora de inglês.

Mas apesar de não ter ainda acabado de ler o post, vou fazer uma correção que observo ser necessária à frase &quot;atualmente, já há pessoas do sexo feminino que se consideram emos&quot;. Sempre teve emos de dois sexos, pelo menos em Sampa, pois emo não é sinônimo de homossexual, conheço emos do sexo feminino desde há muito tempo.

beijos, e adorei o texto até aqui, mas prometir ver filme com o marido, então volto depois!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acredito que um dia as pessoas vão parar de olhar só a superfície. Conto com isso. Como mulher já sofri vários preconceitos (de motoqueiros, por exemplo, sou motoqueira) e como professora de inglês já tive muito aluno e conhecido &#8220;de esquerda&#8221; me tratando como se eu fosse &#8220;agente do imperialismo&#8221; (sou de esquerda), como não associada a partido já fui tratada como não-esquerda, como intelectual já fui tratada como professora de inglês.</p>
<p>Mas apesar de não ter ainda acabado de ler o post, vou fazer uma correção que observo ser necessária à frase &#8220;atualmente, já há pessoas do sexo feminino que se consideram emos&#8221;. Sempre teve emos de dois sexos, pelo menos em Sampa, pois emo não é sinônimo de homossexual, conheço emos do sexo feminino desde há muito tempo.</p>
<p>beijos, e adorei o texto até aqui, mas prometir ver filme com o marido, então volto depois!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>By: Samuel</title>
		<link>http://teianeuronial.com/emo-vs-nordestino-cabra-macho/comment-page-1/#comment-149</link>
		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 18:10:29 +0000</pubDate>
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		<description>Isso é claro, heheh existem muitas e muitas coisas que seria melhor não termos aprendido, mas ainda acho que muitas outras são interessantes, mas bem... ai já entra um outro fator que é complicado, a questão de saber se o que eu acho certo é o que o outro acha certo... outra coisa que da pano pra manga, interessante =D</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso é claro, heheh existem muitas e muitas coisas que seria melhor não termos aprendido, mas ainda acho que muitas outras são interessantes, mas bem&#8230; ai já entra um outro fator que é complicado, a questão de saber se o que eu acho certo é o que o outro acha certo&#8230; outra coisa que da pano pra manga, interessante =D</p>
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