10 games importantes para mim

Padrão

Faz algum tempo um amigo meu compartilhou essa “corrente” no Facebook, pedindo aos amigos citados em seu post, eu incluso, que listassem 10 jogos importantes para si (pelo que entendi, deveriam ser jogos eletrônicos, ou seja, video games, embora eu tenha visto algumas pessoas fazerem suas listas incluindo jogos de tabuleiro). O desafio consistia em não pensar demais ao escolher os itens da lista, colocando aqueles que primeiro viessem à cabeça.

Eu tentei fazer isso, mas achei melhor ponderar um pouco antes de construir a lista. Resolvi “distribuir” os jogos elegendo pelo menos um título de cada plataforma das que mais joguei. Também decidi que aderiria ao desafio através de um post na Teia, formato que eu vi outras pessoas fazendo também. Ei-los, dez video games impactantes para mim, relacionados mais ou menos cronologicamente.

1. Frostbite (Atari)

O primeiro console que joguei foi um Atari da CCE, lá pela segunda metade da década de 1980. Entre os diversos jogos que tive a oportunidade de experimentar, aquele do qual tenho uma memória mais interessante é Frostbite, simplesmente porque lembro de ter chegado numa fase adiantada e ter feito muitos pontos (ao menos em comparação a outras pessoas que vi jogando, o que pode não ser tão grande coisa).

Nesse jogo, o protagonista aparentemente é um esquimó que precisa construir um iglu e para conseguir matéria-prima tem pular em cima de blocos de gelo flutuando num rio, enquanto evita ser atacado por pássaros, peixes e um urso polar.

2. Asterix (Master System)

Acho que Asterix foi o jogo que mais joguei no Master System, mais até do que Alex Kidd in Miracle World, que vinha na memória do console. Baseado numa série de quadrinhos francesa de que gostava (e gosto) muito, o jogo permitia controlar o gaulês Asterix e/ou seu amigo Obelix, numa missão para resgatar Panoramix, o druida da aldeia, raptado pelo Império Romano. Sempre que eu jogava eu me desafiava a terminar a partida sem perder nenhuma vida, o que não era tão fácil em algumas fases que exigiam rapidez e precisão. Aliás, o jogo era interessante por apresentar desafios diversos que demandavam diferentes tipos de habilidades do jogador.

3. Alien vs. Predator (Arcade)

Joguei muitas vezes esse jogo no arcade com meu irmão. Dois predadores e dois humanos enfrentam um enxame de xenomorfos. O jogo é repleto de referências aos dois primeiros filmes da franquia Alien e aos dois primeiro títulos de Predador. Por algum motivo, eu preferia e só jogava com o Predador Guerreiro (Predator Warrior). Pelo que me consta, até hoje Alien vs. Predator do arcade continua sendo a melhor adaptação desse famigerado crossover.

4. Sonic 3 & Knuckles (Mega Drive)

Esses na verdade eram dois jogos distintos originalmente feitos pela Sega para ser um só. Sonic the Hedgehog 3 era a continuação de Sonic the Hedgehog 2, e logo em seguida vinha Sonic & Knuckles. O cartucho deste possuía uma entrada para outros cartuchos do Mega Drive, e ao acoplar nele o Sonic 3 era possível jogá-los como um jogo único, somando as fases de ambos. Eu nunca havia terminado Sonic 3 (devido a um trecho do jogo cuja solução era extremamente difícil de decifrar) enquanto tinha um Mega Drive, embora tivesse zerado inúmeras vezes Sonic & Knuckles. Anos depois eu jogaria tudo de novo num emulador e conseguiria concluir o jogo todo sem usar nenhum macete.

5. The Lost Vikings e The Lost Vikings 2 (PC e emulador do SNES)

Coloco estes dois em conjunto porque um acaba implicando o outro, e basicamente o segundo é uma extensão do primeiro. É possível que estes dois joguinhos sejam meus quebra-cabeças favoritos. Joguei The Lost Vikings no PC e The Lost Vikings 2 no Super Nintendo (na verdade foi no PC também, usando um  emulador de SNES).

Acompanhando a história de três amigos vikings que foram capturados por uma poderosa entidade chamada Tomator, o jogador deve utilizar as habilidades únicas de Eric o Ágil, Baleog o Forte e Olaf o Robusto para solucionar cada fase, que não pode ser terminada sem que se utilizem os poderes combinados dos três. Muito bem-humorado e com diversas referências à cultura pop/nerd, é uma obra-prima dos puzzles eletrônicos.

6. Chrono Trigger (emulador do SNES)

No embalo dos emuladores para PC, eu joguei muitos títulos que não havia jogado nos consoles, especialmente do SNES, ao qual nunca tive muito acesso senão nas lojas que alugavam horas para jogar nos consoles que elas dispunham aos clientes. Chrono Trigger foi um dos poucos RPGs eletrônicos que joguei, talvez por ser um autêntico paradigma do gênero.

Seguindo a trajetória de Crono, um espadachim que viaja no tempo e faz amigos em diversas épocas e lugares, o jogador se envolve numa trama espaço-temporal sem começo, meio nem fim (ao menos não no sentido cronológico convencional) para reestabelecer o equilíbrio do mundo. O jogo permite vários finais alternativos, dependendo das escolhas feitas pelo jogador. Mas eu só cheguei a ver dois ou três finais diferentes, pois a aventura completa demandava tempo demais.

7. Warcraft II: Tides of Darkness (PC)

Nunca cheguei a jogar Warcraft: Orcs and Humans, conheci direto seu sucessor, através de uma demo que vinha num CD que acompanhava uma revista. Warcraft 2: Tides of Darkness, como seu antecessor, é um jogo de estratégia em tempo real (RTS), com cenário medievalesco, no qual duas facções, uma comandada por humanos e outra liderada por orcs, se enfrentam numa guerra interdimensional que envolve várias raças, como elfos, goblins, trolls e gnomos.

Eu nunca fui muito bom em jogos deste estilo, mas gostava muito do conceito do cenário, da história, do design e da possibilidade de criar fases. Anos e anos depois, eu me aventuraria a jogar World of Warcraft, um MMORPG que se passa em Azeroth, o mesmo mundo de fantasia de Warcraft 2.

8. Street Fighter Alpha 3 (Mame)

Um dos emuladores que mais joguei foi o Final Burn, uma variação do Mame, que emula jogos de arcade. E entre seus jogos aquele em que mais me detive foi Street Fighter Alpha 3, que seguia o mesmo formato tradicional da franquia e disponibilizava dezenas de personagens, cada um com sua história. Mas inevitavelmente eu jogava com Blanka 95% das vezes.

Esse jogo me acompanhou durante uma fase em que eu estava me recuperando de uma séria cirurgia no olho direito, cujas complicações que me deixaram apenas com a visão do olho esquerdo, esta já comprometida por acontecimentos anteriores. Eu suspeito que ter jogado jogos desse tipo, que exigem muita rapidez dos olhos, me ajudou a melhorar meu campo de visão.

9. Batman: Arkham Asylum e Arkham City (PS3)

Eu demorei a me atualizar nas novas gerações de video games. Nunca joguei no PS1 e só joguei poucas vezes no PS2 de outras pessoas, e com XBOXes e Wiis eu só vim ter contato há pouquíssimo tempo. Mas o PS3 fez parte da minha vida recente de gamer. E entre os melhores jogos dessa geração para mim estão os dois primeiros títulos da franquia Batman: Arkham. O primeiro deles, Batman: Arkham Asylum, mostrou finalmente uma adaptação digna do super-herói de Gotham City para os video games, com um sistema de luta inovador e empolgante, a possibilidade de agir como um predador à espreita dos capangas do Coringa e habilidades de detetive interessantes.

Eu junto esse jogo a sua sequência, Batman: Arkham City, porque este é basicamente um superaprimoramento do primeiro, com combates mais ricos e, especialmente, ferramentas de investigação que exigem mais atenção do jogador. Para se sentir na pele do Cavaleiro das Trevas, não conheço nada melhor do que esses dois jogos.

10. Portal e Portal 2 (PC)

Desde a antiga geração de jogos em primeira pessoa dos quais Doom é o mais aclamado (e que inclui o antigo Wolfenstein 3D e o popular Duke Nukem 3D), eu nunca havia jogado first person shooters da linhagem inaugurada por Counter Strike (teclado + mouse e maior complexidade de interação com cenário e personagens). Eu só fui aderir a esse modelo por causa de Portal, o primeiro first person game que realmente tive vontade de jogar, por não ser simplesmente baseado na abordagem “seek and destroy”, mas por sua proposta inovadora de se constituir como um first person puzzle extremamente instigante e inteligente.

O jogo também chamou-me atenção por ter uma protagonista feminina e pelo fato de também a antagonista ser feminina. Sua sequência, Portal 2, continua a história com novos elementos que complexificam a história do cenário e incrementam a jogabilidade.

Coleção de sinapses 1

Padrão

Esta semana a atriz Demi Moore ajudou um twitteiro a desistir do suicídio, mas o CQC não desistiu de desmascarar a corrupção existente na Educação Pública do interior de São Paulo. Quanto à corrupção na Igreja Católica, muitas crianças continuam sendo abusadas sexualmente e sacerdotes continuam impunes.

O que não continuou impune foi a Conjuntura de Poincaré, resolvida por um matemático russo que recusou o prêmio pelo feito. O que ainda não está resolvida é a existência de vida extraterrestre, que poderia haver em Titã, lua de Saturno. Quanto à vida na Terra, biólogos tentam conciliar o Evolucionismo com a visão cristã do mundo. E da vida de Leonard Nimoy, só sei que deveria ser longa e próspera…

Demi Moore evita suicídio de fã pela segunda vez – Jovem Nerd News

O Twitter e tantas outras ferramentas virtuais, redes sociais e afins, têm potencial para servir como meio de as pessoas encontrarem apoio para sua solidão e sofrimento. Não se pode negar que, com mais possibilidade de interação social, há mais chances de encontrar alguém disposto a dar consolo a quem precisa.

CQC – PROTESTE JÁ 22/03 – TV de Barueri – Sem censura (em 5 partes) – YouTube

Se o Jornalismo brasileiro ousasse mais, como o faz o pessoal do Custe o Que Custar – CQC, talvez a vergonha pública de dirigentes corruptos os obrigasse a cumprir com suas obrigações para com a população atendida por seus serviços, pelo que todos nós pagamos.

“X-Woman” Discovered -Shared Ancestry with Neanderthals and Modern Humans – The Daily Galaxy

Não seria de surpreender encontrar outras espécies do gênero Homo convivendo além do sapiens e do neanderthalensis, antes do primeiro ter subsistido ao outro. E também não seria surpresa encontrar muitos casos de híbridos entre as duas raças, pois são geneticamente compatíveis. É bem provável, aliás, que os humanos contemporâneos, que constituem uma só raça, seja resultado da mistura de mais de uma subespécie antiga.

Charge: A Igreja e a Padrefilia – Blog do Joaquim Monteiro

A Igreja e os que fazem parte de sua dirigência têm enorme poder acumulado e muitos recursos para não deixar que seus crimes abalem suas estruturas. A ICAR está aí firme e forte, depois dos horrores das Cruzadas e da Inquisição. Já passou da hora de mudanças radicais, de quebrar o tabu de se mexer com os representantes de Deus na Terra e puni-los como cidadãos com deveres iguais aos de qualquer outro. O problema é que cada país onde há padres pedófilos há uma legislação diferente, mas os Direitos Humanos Universais devem prevalecer para proteger as vítimas.

debaixo da torre eiffel – obvious

Eu me pergunto se monsieur Eiffel já tinha previsto o efeito de se olhar sua Torre de um ângulo não-convencional.

mac vs pc – obvious

Eu sinto essa diferença até entre meu notebook com Windows e meu iPod Touch. As coisas da Microsoft não são fluidas, parecem gambiarras muito bem disfarçadas. Os produtos da Apple, por outro lado, só surpreendem mesmo quando travam, o que, no caso do meu iPod, só aconteceu uma vez até hoje e nem houve prejuízo.

Russo resolve problema de matemática e ganha 1 milhão de dólares – Jovem Nerd News

O engraçado disso tudo é que há um episódio de Jornada nas Estrelas: a Nova Geração (cuja história se passa no século XXIV) em que o capitão Jean-Luc Picard está tentando resolver a tal Conjuntura de Poincaré, até então insolúvel. Felizmente, podemos tratar o universo de Star Trek como uma realidade alternativa à nossa e não uma previsão do que vai acontecer de fato. Afinal, na storyline da série, a Terra da década de 90 do século XX foi dominada por vários ditadores sobre-humanos nascidos da eugenia, como o famigerado Khan Noonien Singh.

Life on Saturn’s Titan: Could It be Methane Based? – The Daily Galaxy

A ficção científica já especulou muito sobre a possibilidade de vida em condições diferentes da Terra, tanto em termos de temperatura, pressão e clima quanto dos elementos presentes no planeta candidato a fazer brotar vida. Mas uma coisa que me deixa intrigado no caso de um satélite natural é que seu movimento de translação ao redor do planeta combinado com o de revolução ao redor do Sol produz uma órbita que talvez deixe as condições de luz e temperatura instáveis demais. No caso da Terra, temos um ciclo circadiano relativamente contante, que permite a existência de seres vivos que vivem um ritmo estável de atividade e repouso. Entretanto, condições diferentes destas poderiam produzir criaturas com ciclos bem excêntricos em relação aos nossos, porém possíveis.

If ET Calls, Who Speaks For Humanity? – The Daily Galaxy

Muito boa a ideia de mandarmos mensagens explícitas para o espaço ao invés de contar com a captação de transmissões aleatórias de rádio e TV. Evitaríamos, por exemplo, mal-entendidos como no filme Viagem ao Mundo dos Sonhos (Explorers, 1985), em que extraterrestres têm medo de vir à Terra, pois viram nos filmes que os forasteiros vindos do espaço sempre são recebidos com fogo. Porém, todo antropólogo sabe que se pode aprender muito mais de uma cultura observando as manifestações espontâneas dos nativos do que lhes pedindo para formular o que pensam da própria sociedade.

Official Adam Hughes Website

Gosto muito desse estilo de desenho. Lembra muito Quinton Hoover, que lembra Michael Kaluta (que influenciou esse último), que lembra Alphonse Mucha (que influenciou esse último). Não por acaso, Hughes tem influência do art nouveau.

ENTREVISTA: FRANCISCO AYALA Biólogo, premio Templeton: “Si el creacionismo fuera verdad, Dios sería un abortista” – El País

Por que as pessoas insistem tanto em louvar um cientista por “conseguir”, ou tentar “conseguir” conciliar Religião e Ciência? São duas coisas completamente separadas. Se um cientista tenta manter-se religioso, precisa abdicar de muitas das verdades proferidas pela religião, para não se contradizer. E fazendo isso acaba criando para si uma religião própria, diferente ou deturpada em relação àquela que costumava seguir. Ademais, é perfeitamente possível desenvolver um “sentido” para o mundo sem recorrer à religião. A própria Ciência, junto com a Filosofia, fazem isso sem precisar recorrer às tradições religiosas, que, via de regra, são rígidas demais em muitos pontos para se adaptar totalmente ao Zeitgeist contemporâneo.

Artistas juntam US$ 9,5 milhões para preservar símbolo de Hollywood – G1

Um letreiro não vale tanto assim. Todo esse dinheiro, conseguido tão facilmente, irá para os bolsos de pessoas que já têm dinheiro demais. Por que não aproveitar essa facilidade de angariar fundos para ajudar pessoas que realmente precisam? Está certo que “Hollywood” tem um valor histórico, mas a prefeitura de Los Angeles não poderia tombá-lo como patrimônio?

Leonard Nimoy, o eterno Spock, completa 79 anos. Veja curiosidades sobre o ator! – Portal Vírgula

Leonard Nimoy me surpreendeu quando descobri que foi ele quem dirigiu As Coisas Engraçadas do Amor (Funny About Love, 1990), um filme que não tem quase nada a ver com o imperturbável Sr. Spock. É um artista bem versátil, e a matéria me deu vontade de conhecer mais dos trabalhos dele fora da nave estelar Enterprise.

peugeot, mobilidade em estilo futurista – obvious

Estamos “chegando no futuro”! Muito legal ver esse veículo e imaginar que talvez daqui a algumas décadas teremos uma nova estética trafegando as ruas (e talvez os ares). Gadgets como Eva, do filme WALL-E, com um design cheio de curvas e abóbadas, nos remetem a uma vindoura era (realmente) espacial. Mas há ainda muitíssimo chão para pisar e nivelar antes que possamos nos dar ao luxo de usufruir de tecnologias limpas e eficientes. E há também muitas desigualdades a se equilibrar antes de concebermos uma sociedade cujos membros possam todos aproveitar os benefícios das tecnologias ecologicamente (e, espero, economicamente) corretas.